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Estudo sobre as Boas Práticas Internacionais de Transferência de Conhecimento e Tecnologia

No âmbito do projeto Desafio 2030, a Fundação AEP promoveu um estudo de boas práticas internacionais de colaboração e transferência de conhecimento e tecnologia entre IES – Instituições de Ensino Superior e empresas.

Os resultados do estudo, desenvolvido pela área de Strategy & Consulting da Accenture Portugal, apontam para que Portugal apresenta dificuldades em convergir com a riqueza média registada na União Europeia. É considerado um país fortemente inovador, ocupando a 12ª posição do ranking do EIS – Europen Innovation Scoreboard 2020 com um Índice de Inovação Geral de 97.

Contudo, a colaboração entre as IES e as empresas é ainda bastante reduzida, dificultando a partilha de conhecimento científico e tecnológico e a produção de maior valor económico. No EIS, Portugal apresenta um valor de 63 no índice que mede as ligações entre as referidas entidades, num máximo de 100 da União Europeia. Este resultado permite sugerir o porquê das co-publicações científicas públicas-privadas ser, em Portugal, de apenas 44,1 por milhão de habitantes, quando na UE, em 2018, esse valor é de 91,4.

O estudo conclui também que existe uma reduzida colaboração entre os académicos e as empresas portuguesas – 68,9% dos académicos portugueses refere que não colabora em I&D com empresas e outras organizações. A falta de tempo alocado, a insuficiente valorização das atividades de colaboração e a falta de financiamento são os principais fatores que dificultam a realização de atividades de colaboração entre entidades.

Uma análise comparativa da performance dos diferentes sistemas científicos e tecnológicos europeus, mostra que os países em que os sistemas apresentam melhor desempenho revelam resultados económicos por empresa e por trabalhador superiores. No total, foram compilados cerca de 20 casos de sucesso, com destaque para países como Áustria, Bélgica, Finlândia, Países Baixos e Suécia.

O estudo identifica ainda onze boas práticas que poderiam ser aplicadas em Portugal. Um portal de investigação aberta, um centro de gestão de carreiras e um programa de financiamento são algumas dessas sugestões. As recomendações surgem como propostas de combate às principais dificuldades identificadas a nível nacional, como culturas de gestão diferenciadas, incentivos e financiamento, tempo alocado e valorização.

Aceda ao Estudo aqui.

«É preciso financiar consórcios entre as empresas e a academia»

A Fundação AEP, no âmbito do Projeto Desafio 2030 – Transferência de Conhecimento e Tecnologia, realizou um estudo que identifica boas práticas de colaboração e transferência de conhecimento entre a academia e as empresas, essenciais para o crescimento da competitividade nacional.

Este projeto pretende ser um contributo para o fortalecimento da ligação entre os diferentes interlocutores mas, simultaneamente, ir um bocadinho mais longe, apoiando a implementação de um modelo de inovação aberta que, apesar de já ter alguns anos, apresenta ainda dificuldades de adesão.

Começamos por promover a realização deste Estudo de Boas-práticas Internacionais de Colaboração e Transferência de Conhecimento e Tecnologia entre Instituições de Ensino Superior e Empresas, que se insere na fase de Diagnóstico do Projeto, para podermos aferir em que estado é que estamos.

Esse estado é fruto do trabalho de todos e é a partir deste ponto que queremos atuar.

E queremos atuar em parceria e, por isso, criamos um Conselho Estratégico para o qual convidamos várias entidades e empresas intervenientes nesta área para que, em conjunto, possamos mais rapidamente e melhor chegar a bom porto.

Aceda à entrevista do Presidente da Fundação AEP aqui.

Newsletter dedicada à Rede Global da Diáspora

A Newsletter de Novembro do COMPETE 2020, é dedicada ao Projeto da Fundação AEP, Rede Global da Diáspora, a maior rede colaborativa da diáspora portuguesa.

Esta rede é materializada numa plataforma acessível em www.redeglobal.pt e com inscrição gratuita.

Em entrevista ao Compete 2020, Luís Miguel Ribeiro, presidente da Fundação AEP, dá a conhecer este novo projeto que pretende ajudar as PME nacionais a aumentar as suas exportações, estimulando a colaboração das comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo.

A plataforma, que pretende promover as exportações das PME – A Rede Global da Diáspora é um projeto com cofinanciamento do COMPETE 2020, Portugal 2020 e União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, no âmbito do SIAC Internacionalização, Programa Operacional Competitividade e Internacionalização.

Aceder à newsletter aqui.

Projeto Desafio 2030 – Transferência de Conhecimento e Tecnologia

A Sessão de Apresentação do Projeto «Desafio 2030 – Transferência de Conhecimento e Tecnologia», irá decorrer no próximo dia 3 de dezembro pelas 17h00. Esta Sessão irá ser transmitida através da plataforma Zoom, e do Facebook e Youtube do Projeto.

O Projeto Desafio 2030, promovido pela Fundação AEP, pretende contribuir para o aumento da competitividade nacional através da promoção da partilha de conhecimento entre Instituições de Ensino Superior e Empresas, assim como difundir boas práticas e de casos de sucesso de partilha de conhecimento científico e tecnológico.

O Projeto Desafio 2030 – Transferência de Conhecimento e Tecnologia, um projeto com o alto patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República, será desenvolvido com o apoio do COMPETE 2020 e conta com a parceria estratégica do Banco Empresas Montepio.

Para saber mais e inscrições, aceda à página do Desafio 2030.

Rede Global da Diáspora – uma alavanca para as exportações

“Regredimos uma década em dois trimestres. Passámos dos 44-45% do Produto Interno Bruto (PIB), com a ambição de chegar aos 50%, e estamos nos 30%”, disse o Presidente da Fundação AEP á agência Lusa.

O presidente da AEP referiu que “as exportações estavam numa base muito pequena de empresas”, a qual a diáspora pode e deve aumentar.
“Temos a felicidade de ter cada vez mais portugueses com cargos de maior relevância lá fora. Integramo-nos muito bem nas comunidades onde estamos e podemos e devemos potenciar isso para Portugal poder voltar a corrigir e a reconquistar esse indicador que era o equilíbrio da balança comercial positiva”, adiantou.

Aceda à notícia no Jornal Económico.